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Sexualidade Positiva

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Chris Marcello é publicitária (UAM), pós-graduada em Administração de Empresas (FAAP) e em Educação Sexual (UNISAL). Palestrante, escritora e empresária, idealizadora das marcas: ItSophie e LovePlan.

Quando o feed mexe com a cama: redes sociais, autoestima e sexualidade

Por Chris Marcello (sexóloga e empresária @itsophieoficial @loveplanoficial) 23 Maio 2026, 18h00
Mãos de uma pessoa segurando um smartphone com a tela exibindo um feed de notícias ou rede social, com outra pessoa desfocada ao fundo também usando um celular
Quando o feed mexe com a cama: redes sociais, autoestima e sexualidade positiva | (Magnific/Magnific)
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Quando o feed mexe com a cama: redes sociais, autoestima e sexualidade Priorizar nos meus resultados Google

Vivemos conectados, o scroll infinito virou parte da rotina, mas o impacto das redes sociais vai muito além de memes e notícias, ele chega direto na nossa autoestima e, sim, também na nossa vida sexual.

Pesquisas recentes mostram que quanto mais tempo passamos nas redes, maior a tendência de nos compararmos com padrões irreais de beleza e estilo de vida, essa comparação constante pode gerar insatisfação corporal, ansiedade e até sintomas depressivos.

Curtidas e seguidores viram uma métrica de valor pessoal e o problema é que essa validação externa é frágil e pode corroer a autoconfiança. Como lembra Brené Brown, “a comparação é o ladrão da alegria”. E nas redes, esse ladrão está sempre online.

A autoestima é combustível da vida sexual, quando nos sentimos inseguros com o corpo, isso pode refletir na intimidade, com menos prazer, mais preocupação com performance e dificuldade de conexão.

Mas há um outro lado, as redes também são espaços de descoberta e expressão. Elas ampliam o acesso a conteúdos sobre saúde sexual, diversidade de corpos e orientações, fortalecendo uma visão mais positiva e inclusiva da sexualidade. Tudo depende do uso consciente.

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Deixo algumas dicas para transformar o feed em aliado:

  • Curadoria pessoal: siga perfis que celebram a diversidade corporal e sexual.
  • Consciência crítica: lembre-se de que o feed é uma vitrine editada, não a vida real.
  • Uso equilibrado: limite o tempo de exposição e priorize interações que tragam bem-estar.
  • Educação digital: incentiva debates sobre saúde sexual e autoestima, transformando as redes em espaços de aprendizado e empoderamento.

As redes sociais não são inimigas da autoestima nem da sexualidade, elas são ferramentas que podem reforçar inseguranças ou abrir portas para uma sexualidade mais livre e positiva. A escolha está em como usamos esse “espelho” digital, ou deixamos o feed ditar a vida, ou usamos ele para nos fortalecer.

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