Dor ao treinar? Conheça os sinais que indicam que é hora de parar

Dor durante a atividade física não é normal, mesmo para quem treina. Entenda as causas e como evitar lesões com orientação adequada.

Por Maraísa Bueno 13 abr 2026, 10h00 | Atualizado em 14 abr 2026, 13h54
Dor na prática de exercícios sinaliza sobrecarga e pode comprometer a saúde, afirma especialista.
Dor na prática de exercícios sinaliza sobrecarga e pode comprometer a saúde, afirma especialista. (freepik/Freepik)
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Quando se tem uma rotina regular de atividades físicas, independente se aumenta ou não a carga na musculação, por exemplo, sentir dor, normalmente, não pode ser encarado como algo rotineiro.

Cada vez mais comum, sentir dor durante a prática de exercícios, quando feita sem orientação ou com sobrecargas inadequadas, pode gerar impactos negativos no corpo.

Embora o exercício físico seja essencial para a saúde e qualidade de vida, sentir dor em regiões como ombros, coluna e joelhos têm sido frequentes até mesmo entre pessoas ativas. O problema, segundo especialistas, está na forma como esses movimentos são executados e na falta de equilíbrio corporal.

De acordo com o terapeuta corporal Marcio Nagahashi, é comum que pacientes procurem atendimento acreditando que a dor faz parte do processo de treino.

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“O corpo não deve sentir dor constante como consequência da atividade física. Muitas vezes, o que vemos são padrões de movimento inadequados, excesso de carga ou falta de preparo muscular, que acabam gerando sobrecargas e tensões desnecessárias”, explica.

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Além disso, fatores como longos períodos sentado ao longo do dia e a repetição de movimentos também contribuem para o surgimento de desconfortos, mesmo em quem se exercita regularmente. O resultado é um corpo que acumula tensão, perde mobilidade e passa a compensar movimentos, favorecendo dores recorrentes.

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Entre os principais sinais de alerta estão dores persistentes após o exercício, sensação de rigidez, limitação de movimento e queda de desempenho físico. Ignorar esses sintomas pode levar ao agravamento do quadro e até a lesões.

Segundo Nagahashi, o cuidado com o corpo vai além da prática de atividade física. “É fundamental que o exercício seja acompanhado de consciência corporal, orientação adequada e estratégias de recuperação. Técnicas como quiropraxia, shiatsu e exercícios terapêuticos ajudam a reorganizar o corpo, aliviar tensões e melhorar a qualidade do movimento”, afirma.

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