Evelyn Regly faz cirurgia para diástase após duas gestações; em quais casos é indicada?

Técnica conhecida como MAMI corrige a condição, fortalece a parede abdominal e preserva a região do umbigo. Contudo, nem todo mundo precisa fazer

Por Giovana Santos 27 set 2024, 13h35 | Atualizado em 18 jun 2025, 11h27
infuenciadora Evelyn Regly
 (@evelynregly/Reprodução Instagram)
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A influenciadora digital Evelyn Regly fez recentemente alguns procedimentos estéticos com o objetivo de corrigir a diástase abdominal – condição bastante comum após a gravidez que consiste no afastamento dos músculos do abdômen. Entre eles, ela realizou a cirurgia chamada MAMI.

Evelyn, que já passou por duas gestações, possuía aproximadamente sete centímetros de deslocamento muscular na barriga – a partir de um ou dois centímetros, considera-se que a diástase não pode mais ser resolvida apenas com exercícios físicos e alimentação.

Quando a cirurgia para corrigir diástase é recomendada?

O problema, que costuma aparecer no final da gestação, acontece quando a mamãe não está preparada para a distensão muscular na região do abdômen.

“Se o nível for primário, com até dois dedos de distância entre as musculaturas reto abdominal, dá para reverter o quadro com exercícios depois do parto. Caso contrário, só a cirurgia resolve”, explica Cristiane Carboni, Fisioterapeuta de Porto Alegre mestre em reabilitação do assoalho pélvico pela Universidade de Barcelona.

Segundo Cristiane, o mais indicado é realizar exercícios personalizados antes de partir para uma atividade física convencional. “Se for direto para o exercício abdominal, pode piorar a situação. Você tem que ganhar uma rigidez na musculatura para depois progredir no exercício”, explica a profissional.

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Neste caso, a ginástica hipopressiva, que fortalece o abdômen e o assoalho pélvico, é o primeiro passo. Se não existir contração ou tensão muscular na região, hidroginástica, ginástica funcional ou pilates são indicados.

“Normalmente, em três meses a musculatura volta ao normal”, complementa Cristiane. A mesma orientação vale para evitar o problema durante a gestação.

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