Passou dos 40? Aumente sua disposição com treinos de força e recuperação

“A chave, está em ajustar o foco e os métodos de treino para esta nova fase da vida”, afirma Marcio Atalla

Por Maraísa Bueno
9 nov 2025, 12h00 • Atualizado em 10 nov 2025, 15h06
Treino Inteligente Após os 40: Força, Mobilidade e Longevidade em Foco
Treino Inteligente Após os 40: Força, Mobilidade e Longevidade em Foco  (freepik/Freepik)
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  • Passar dos 40 não precisa ser sinônimo de perda de energia, dores frequentes ou limitação física. Pelo contrário: com um treino inteligente, que combine força, mobilidade e estratégias de recuperação, é possível não apenas manter o ritmo, mas ganhar qualidade de vida, autonomia e longevidade. 

     

    A chave, está em ajustar o foco e os métodos de treino para esta nova fase da vida”, afirma Marcio Atalla, Embaixador da Relaxmedic, professor de educação física com especialização em treinamento de alto rendimento e, pós graduado em Nutrição, pela USP.

    “A partir dos 40 anos, começamos a perder massa muscular e mobilidade de forma mais acentuada. Se não fizermos nada, essa perda acelera, comprometendo o metabolismo e a autonomia lá na frente”, explica Atalla. Ele destaca que o músculo é um dos grandes aliados do envelhecimento saudável, já que ajuda a manter a força, protege as articulações e contribui para o controle do peso corporal. “Perna forte é sinônimo de independência na velhice”, reforça.

    O primeiro passo para quem quer treinar de forma segura e eficaz após os 40 é incluir o treinamento de força na rotina. Exercícios como agachamento, remada, flexões e leg press devem ser prioridade, sempre com cargas moderadas e progressivas. A musculação tradicional continua sendo uma das melhores formas de preservar a massa muscular e estimular o metabolismo, mas o treino funcional também é uma excelente alternativa, desde que respeite a individualidade de cada corpo.

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    Mas não basta trabalhar a força. A mobilidade articular também precisa de atenção. O corpo tende a “encurtar” com o passar dos anos, e isso afeta diretamente a postura, o equilíbrio e até a capacidade de realizar tarefas simples do dia a dia. Atividades como pilates, ioga ou mesmo alongamentos dinâmicos antes e depois do treino ajudam a manter as articulações saudáveis e a prevenir lesões. “Quem mantém mobilidade consegue se mover com liberdade e segurança. Isso tem impacto direto na qualidade de vida”, diz Atalla.

    Na parte cardiovascular, a recomendação é incluir atividades de baixo impacto, como caminhadas rápidas, bicicleta, natação ou elíptico, com uma frequência de três a cinco vezes por semana. Isso ajuda a cuidar da saúde do coração, controlar o colesterol e manter o peso equilibrado. Mas Atalla reforça: “Não existe fórmula única. O melhor exercício é aquele que você consegue fazer com regularidade, que cabe na sua rotina e que você sente prazer ao praticar”.

    Por fim, ele destaca que, a partir dos 40, o treino precisa deixar de ser motivado apenas pela estética. “O foco agora deve ser funcionalidade, autonomia e bem-estar. Treinar para envelhecer bem é o maior investimento em saúde que a gente pode fazer”, conclui.

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    Combinar exercícios de força, mobilidade e cardio com estratégias inteligentes de recuperação , com os aparelhos inovadores no mercado transforma o corpo e a mente. Mais do que manter a forma, trata-se de garantir liberdade de movimento, prevenir doenças e viver com mais qualidade. Porque estar bem aos 40, 50 ou 70 anos depende das escolhas que fazemos.

     

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