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Em sua terceira meia maratona, Daniela Bernardi testou novas estratégias que garantiram uma prova mais rápida e zero perrengues

Por Daniela Bernardi Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
27 out 2017, 10h23 • Atualizado em 21 out 2024, 17h31
Daniela Bernardi, corrida
 (danibernardi_/Reprodução Instagram)
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  • Quando você cumpre sua meta fitness, parece difícil manter a motivação. Mas sabe aquela música Metamorfose Ambulante? No esporte é a mesma coisa: basta se reinventar. Participei pela segunda vez da SP City Half Marathon e, neste ano, meu incentivo foi correr mais rápido e, principalmente, aproveitar mais a prova. Então, fiz algumas mudanças importantes:

    1. Levei os treinos a sério
    Não adianta fugir da preparação
– ela fará toda a diferença no grande dia. Com isso em mente, tive forças para enfrentar o trânsito (e o frio) das manhãs de São Paulo e sacrificar alguns programas 
de domingo para seguir a planilha de 12 semanas que a assessoria Run&Fun preparou para mim. Sabia que os pequenos passos trariam grandes conquistas: diminuí três minutos e não parei nenhuma vez.

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    2. Cuidei da alimentação
    Antes da minha primeira meia, em abril de 2016, abusei da cerveja, da gordura – comi feijoada! – e dos derivados de leite. Claro que meu corpo respondeu: tive que fazer um pit stop no banheiro durante o percurso. Desta vez, excluí o álcool e preparei uma massa com molho vermelho para
a ceia pré-prova. Além disso, consumi um carbo em gel a cada 45 minutos – deu mais energia!

    3. Contei com a tecnologia
    Tão importante quanto um bom tênis é um relógio esportivo para acompanhar frequência cardíaca, pace e quilometragem (comprei
o modelo básico da Garmin, o Forerunner 35). Nos treinos, ele foi fundamental para cumprir as metas da planilha. Já durante a prova, usei o monitor para me forçar a acelerar quando via que meus batimentos ou ritmo haviam caído.

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    4. Aprendi a respirar
    Meu maior pânico do trajeto
 são os túneis – escuros, quentes, claustrofóbicos e intermináveis. Ano passado, mal conseguia puxar o ar e tive que andar para retomar a calma. Agora, mantive a respiração bem profunda e contínua e o olhar no asfalto para não pensar nas paredes se estreitando. Funcionou!

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