
O Dia Internacional da Mulher nos lembra e convida a refletir sobre todos os direitos já conquistados e o caminho que temos ainda a percorrer.
Trazer a sexualidade como pauta desta conversa contribui para termos uma sociedade mais justa, onde as mulheres possam se expressar sem medo de julgamento ou repressão, promovendo a autoestima, a confiança e a igualdade de gênero.
Historicamente, a sexualidade feminina foi usada como meio de controle em uma sociedade patriarcal, carregada de normas e expectativas restritivas sobre o corpo e o comportamento das mulheres.
No entanto, ao reconhecermos e valorizarmos a sexualidade como um aspecto essencial da identidade humana, permitimos que as mulheres se conectem com seus corpos, desejos e identidades de maneira autônoma e consciente.
A aceitação e expressão positiva da sexualidade estão ligadas a uma melhor saúde mental e emocional. Mulheres que se sentem sexualmente empoderadas tendem a ter uma imagem corporal mais positiva, menos ansiedade e depressão, e uma maior satisfação geral com a vida.
Já avançamos muito sobre este tema, mas é necessário continuar rompendo padrões e estigmas. Apropriar-se da própria sexualidade é afirmar quem somos e celebrar nossa autonomia e prazer.
O autoconhecimento pode garantir maior habilidade de expressar necessidades, desejos e limites, não apenas promovendo o empoderamento, mas a construção de relações saudáveis e respeitosas.
O empoderamento feminino também passa pelo reconhecimento da sexualidade como um direito fundamental. A liberdade de explorar e expressar a própria sexualidade é um passo essencial rumo à igualdade de gênero e ao bem-estar individual.
Que nossas vozes se unam e nossas ações inspirem mudanças nesta construção de um mundo par.