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Doença de Parkinson: atividade física é a chave no controle dos sintomas

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Você sabia que a Doença de Parkinson é a segunda condição neurodegenerativa mais comum no mundo, atrás apenas do Alzheimer?

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Estudos recentes têm apontado que a atividade física pode desempenhar papel importante no controle dos sintomas  da Doença de Parkinson.

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Entre as modalidades com benefícios comprovados, além do boxe e da dança,  o tênis de mesa vem chamando a atenção  por estimular reflexos, coordenação motora e foco.

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“O exercício físico tem um impacto enorme na doença Parkinson. Dança e boxe,  por exemplo, melhoram equilíbrio, coordenação, força e flexibilidade, reduzindo o risco de quedas e a rigidez muscular.”

Vanessa Milanese, diretora de comunicação da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN).

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O exercício diminui a progressão da doença e reduz a neurodegeneração. Ou seja, ele não só alivia sintomas, mas protege o cérebro e melhora de forma real a evolução  do quadro.

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Cada fase da Doença de Parkinson exige ajustes no exercício:

Início: atividades mais intensas e desafiadoras, explorando agilidade  e coordenação.

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Intermediário: o foco passa a ser segurança e equilíbrio, sempre com acompanhamento profissional.

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Avançado: alongamentos, movimentos mais lentos  e exercícios funcionais  que ajudam nas  atividades do dia a dia.

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Os exercícios físicos ajudam nos seguintes pontos:

– potencializam o efeito das medicações – melhoram o humor – reduzem a ansiedade – ajudam no sono – devolvem autoestima e autonomia.

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