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O consumo regular favorece evacuações regulares, aumenta o volume e a hidratação das fezes, auxilia na prevenção da constipação e da doença diverticular, além de contribuir para o equilíbrio da microbiota intestinal.
As fibras, especialmente as solúveis e viscosas, retardam o esvaziamento gástrico e a absorção dos carboidratos, reduzindo os picos de glicose após as refeições.
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Diversos estudos demonstram uma associação entre maior consumo de fibras e menor peso corporal, menor circunferência da cintura e menor risco de ganho de peso ao longo do tempo.
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O consumo regular de fibras está associado à redução dos níveis de colesterol LDL e do risco de doenças cardiovasculares.
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Estudos mostram que uma alimentação rica em fibras está associada à redução da inflamação crônica de baixo grau, um importante fator envolvido no desenvolvimento de doenças como obesidade, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares.
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Ao favorecerem o equilíbrio da microbiota intestinal e a integridade da barreira intestinal, as fibras contribuem para o adequado funcionamento do sistema imunológico.
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Estudos mostram que uma alimentação rica em fibras, especialmente provenientes de frutas, verduras, legumes, leguminosas e cereais integrais, está associada à redução do risco de câncer colorretal.
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As fibras, especialmente as fermentáveis, favorecem a produção de ácidos graxos de cadeia curta pela microbiota intestinal, como acetato, propionato e butirato.