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A falta de atividade física reduz a capacidade cardiorrespiratória e faz com que tarefas do dia a dia se tornem mais cansativas.
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Parte desse acúmulo ocorre na forma de gordura visceral, que se deposita ao redor de órgãos como fígado, pâncreas e intestino, e está associada ao maior risco de doenças cardiovasculares, resistência à insulina e diabetes tipo 2.
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Mesmo sem sintomas aparentes, o sedentarismo pode contribuir para o aumento do colesterol LDL e dos triglicerídeos, além da redução do HDL, que tem papel protetor para o coração.
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Com o tempo, isso pode favorecer o desenvolvimento de resistência à insulina e diabetes tipo 2.
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A ausência de movimento regular pode levar à perda de massa muscular, redução da flexibilidade e maior incidência de dores articulares ou musculares.
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Flávia Pieroni, endocrinologista do São Marcos Saúde e Medicina Diagnóstica, da Dasa.