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Para o especialista técnico da Smart Fit, Lucas Florêncio, do ponto de vista do movimento, tanto correr na rua quanto na esteira, as atividades são muito próximas.
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Mas na questão da força, também chamado de cinética, isso muda em alguns aspectos, como: propulsão, ativação muscular, impacto e superfície.
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Do ponto de vista da propulsão, na rua, você precisa exercer uma força horizontal contra o solo para deslocar seu centro de massa à frente.
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Já na ativação muscular, estudos indicam que a ativação dos isquiotibiais (posteriores de coxa) pode ser sutilmente menor na esteira, já que não há necessidade de "puxar" o chão com tanta força para o deslocamento.
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Com relação ao impacto e à superfície, Lucas explica que a esteira oferece uma superfície com maior capacidade de absorção de choque (deformação elástica) em comparação ao asfalto ou concreto.
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O que pode ser benéfico para indivíduos em reabilitação ou com sobrepeso, reduzindo o estresse articular inicial.
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Para o emagrecimento, o fator determinante é o gasto energético total e a adesão ao treino.
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Ou seja, na rua, você enfrenta a resistência do ar (arrasto), o que aumenta o custo metabólico. Na esteira, o ar está estático.
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Apesar da corrida ser predominantemente aeróbia, ela também pode influenciar o ganho de massa de duas formas:
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Apesar da corrida ser predominantemente aeróbia, ela também pode influenciar o ganho de massa de duas formas:
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– Interferência: se o volume de corrida for excessivo, pode haver o "efeito de interferência", onde as vias de sinalização de hipertrofia (mTOR) são atenuadas pelas vias de resistência (AMPK).
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– Preservação de Massa: a esteira pode ser uma ferramenta de controle mais segura para realizar o "cardio regenerativo", evitando o impacto excessivo e a fadiga periférica da rua, que poderiam prejudicar o treino de pernas na musculação.